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| Varejo investe forte em 2010 | | | O comércio varejista se prepara para uma nova arrancada no ano que vem, depois de passar praticamente incólume pela crise. Pesquisa da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), obtida com exclusividade pelo Estado, revela que 97% das empresas da Região Metropolitana de São Paulo, o principal mercado consumidor do País, vão ampliar os investimentos em 2010, com abertura de novos pontos de vendas, centros de distribuição e reforço de estoques. A maioria das companhias (75%) pretende elevar em até 10% o volume de investimentos em 2010 na comparação com 2009 e 15% das empresas planejam investir até 20% mais. Já 7% consideram crescimento superior a 20% nas cifras investidas no ano que vem. A enquete, que consultou 300 companhias de todos os portes na última semana de setembro, detectou otimismo generalizado no comércio. Dos bens duráveis, como eletrodomésticos, itens de informática e veículos, às lojas de artigos de vestuário e supermercados, a pesquisa indica que a meta dos empresários do varejo é acelerar os planos de expansão para aproveitar o momento favorável do mercado interno, tendo como foco especialmente a classe C. Além disso, o fato de 2010 ser um ano de Copa do Mundo e as boas perspectivas do mercado imobiliário dão ao varejo de bens duráveis um impulso extra nessa expansão. Entre as razões para tanto otimismo está o bom desempenho do setor neste ano, apesar da crise. Enquanto a indústria deu marcha à ré e deve fechar 2009 com queda de quase 9% na produção, o volume de vendas do comércio pode expandir mais de 5%, após crescer 9,1% em 2008, segundo consultorias. Para o ano que vem, as projeções apontam crescimento entre 5% e 8,5% do volume de vendas do varejo. "Em 2009, o ritmo de crescimento do comércio se contraiu, mas não teve queda", observa o sócio da RC Consultores, Fabio Silveira. "Passamos ilesos pela crise e estamos otimistas para 2010", afirma o presidente da Fecomércio-SP, Abram Szajman. Segundo o presidente da entidade, as perspectivas de crescimento da massa real de rendimentos, do pessoal ocupado e especialmente a maior confiança do consumidor sustentam os prognósticos favoráveis. Nas contas de Silveira, o pessoal ocupado deve crescer 1,5% em 2010; a massa real de rendimentos 2,7%; e o crédito ao consumidor, 14%. "Todos esses fatores combinados com a maior confiança do consumidor se traduzem em aumento de vendas", prevê o economista. Szajman acrescenta mais um motor de crescimento: a classe C, principalmente no Norte e Nordeste, que ganhou poder de compra em razão dos benefícios sociais. O Grupo Pão de Açúcar, o maior varejista do País, deve encerrar o ano com R$ 2,3 bilhões em caixa para fazer expansões. "Dinheiro não será problema para nós", afirma o vice-presidente executivo do Grupo, Enéas Pestana. Ele não revela os planos de investimento para 2010. Diz apenas que vai acelerar "sensivelmente" a expansão e que o Nordeste será prioridade. Neste ano, a empresa gastou R$ 700 milhões em crescimento orgânico e R$ 1,2 bilhão na compra do Ponto Frio. De olho na classe média, o executivo conta que a companhia vai aumentar a rede com um novo formato de loja, o Extra Supermercado, voltado para classes B,C e D. "Poderemos até converter parte das lojas do CompreBem nessa nova bandeira." O CompreBem é direcionado para o consumidor das classes populares. O Carrefour reservou R$ 1 bilhão para gastar em 2010 na abertura e reforma de lojas, centro de distribuição, logística e na estreia do comércio eletrônico. "O desempenho do varejo neste ano está acima da expectativa e puxado pelas classes C e D. Esse movimento deve se repetir em 2010", afirma o diretor de Finanças e Gestão do Grupo Carrefour, Daniel Magalhães. Ele não dá pistas de onde centrará fogo na expansão, mas admite que as regiões Norte e Nordeste cresceram mais que o Sudeste. Quanto aos segmentos com maior impulso de crescimento, ele destaca os bens duráveis por causa da Copa do Mundo que puxa as vendas de TVs. "O País sofreu pouco com a crise e o comércio menos ainda. Esperamos grande retomada de crédito em 2010", afirma Valdemir Colleone, diretor de relações com o mercado das Lojas Cem, rede de móveis e eletrodomésticos. Neste ano, a empresa abriu 5 lojas e pode chegar a 10 pontos de venda em 2010. As Lojas Riachuelo, especializada em artigos de vestuário, já programou para 2010 a abertura de 12 lojas, o que pode significar um acréscimo de 20% nas vendas. "Isso é o que nós temos contratado até agora. Pode ser até mais", afirma o presidente da empresa, Flávio Rocha. Neste ano foram inaugurados seis pontos de venda, com investimentos de R$ 80 milhões entre abertura de lojas e reformas das existentes. (Fonte: : O Estado de S Paulo - Economia - 26.10.09) | | ____________________________________________________________________________________ | | E-commerce crescerá 30% neste ano. Varejistas miram a classe C | | | As vendas pela internet não assustam tanto o consumidor quanto antigamente, principalmente os da classe C. Cientes disso, as cadeias varejistas estão se preparando para atender esse público. Os números revelam o potencial do mercado: até o fim de ano, serão 17 milhões de consumidores na rede – 4 milhões a mais do que em 2008. Os dados são da E-bit, consultoria especializada em informática. Pedro Guasti, diretor geral da empresa, prevê ainda aumento de 30% no montante movimentado pela web em relação a 2008, somando R$ 10,5 bilhões. Para se ter uma ideia, o varejo tradicional crescerá 6%. O Extra.com, do Grupo Pão de Açúcar, foi reformulado no mês passado. Entre as melhorias, houve reforço na logística para diminuir o tempo de entrega. Outra novidade é um assistente que ajuda o consumidor pouco familiarizado à internet, como o da classe C, a realizar suas compras. Alejandro Padron, líder da área de varejo da consultoria da IBM Brasil, enxerga nessa movimentação uma tendência. “Estamos ingressando numa nova etapa do comércio eletrônico”, avalia. Para o consultor, as vendas virtuais estão entrando num período de hiperconcorrência, desencadeado com a entrada na internet do Walmart e das Casas Bahia. Isso também obrigou o gigante Carrefour a anunciar que em 2010 começará a vender pela rede. Segundo Padron, a crescente concorrência em torno das vendas online está acontecendo porque a classe C, antes sem acesso, entrou na rede. Além disso, com o uso de ferramentas interativas, a utilização do comércio eletrônico ficou muito mais fácil. Bem ao gosto desse público. (Fonte: O Estado de S.Paulo - 20.10.09) | | ____________________________________________________________________________________ | | Johnson&Johnson aposta em parcerias | | | A Johnson & Johnson vai adquirir mais participações minoritárias e forjar alianças com companhias farmacêuticas rivais, num esforço para dividir os custos, que estão aumentando, e os riscos no desenvolvimento de medicamentos. O diretor-presidente da companhia, William Weldon, disse ao "Financial Times" que "o custo de desenvolvimento ficou tão alto e os riscos são tão grandes que estamos buscando o compartilhamento de riscos e oportunidades, e procurando mais e mais parcerias". Suas declarações refletem uma tendência recente que vem sendo verificada até mesmo nas grandes e lucrativas companhias farmacêuticas, de se buscar maneiras de dividir os custos em potencial, além dos lucros, na demonstração da segurança e eficácia de novos medicamentos para as autoridades reguladoras, e para se chegar a um entendimento com os sistemas de saúde quanto ao reembolso. Weldon enfatizou que no momento não está considerando nenhum acordo, mas que a reforma do sistema de saúde dos Estados Unidos vem aumentando as incertezas quando ao desenvolvimento de novos medicamentos. "Haverá um compartilhamento de riscos cada vez maior porque os ganhos poderão ser espetaculares." Os comentários foram feitos em uma entrevista recente concedida depois que a Johnson & Johnson firmou alianças que envolvem a aquisição de uma participação de 18% na Elan, companhia de biotecnologia da Irlanda, que trabalha no desenvolvimento de medicamentos de combate ao mal de Alzheimer e da esclerose múltipla, e investimento parecido na Crucell, fabricante de vacinas da Holanda. Numa direção diferente, a J&J também firmou no terceiro trimestre aliança com a Gilead, uma companhia de biotecnologia dos Estados Unidos, para a realização de testes conjuntos de um medicamento contra o HIV de uso diário que combina o medicamento experimental TMC278 da J&J com o Truvada da Gilead. A J&J administra de perto as subsidiárias das três divisões que cobrem as áreas de cuidados com a saúde do consumidor, equipamentos médicos e medicamentos. Isso permite a essas unidades manter autonomia considerável. Mas no geral ela prefere adquirir essas companhias e centralizar as operações de apoio administrativo. Um número crescente de grandes companhias farmacêuticas, que normalmente assumem o controle pleno do desenvolvimento de medicamentos, vem firmando parcerias parecidas para dividir os riscos. Entre elas estão a GlaxoSmithKline (GSK) e a Pfizer, que estão combinando em uma joint venture suas operações com medicamentos de combate à AIDS que elas já possuem e os que ainda estão em fase experimental. A Bristol-Myers Squibb firmou acordos com a AstraZeneca, para o desenvolvimento conjunto de medicamentos de combate ao câncer, e com a Gilead para combater a AIDS. Como resultado de seu acordo com a Elan, a J&J também passou a ter ligações com os atuais parceiros da Elan, a Biogen Idec e a Wyeth, hoje parte da Pfizer, e com a qual está desenvolvendo medicamentos de combate ao mal de Alzheimer. Nos acordos com a Elan e com a Crucell, a J&J concordou em manter inalteradas suas participações acionárias nas companhias nos próximos anos. (Fonte:Valor Econômico - Empresas & Tecnologia - 27.10.09) | | ____________________________________________________________________________________ | | Empresário brasileiro é o que mais trabalha para pagar imposto | | | O relatório "Doing Business - 2010", divulgado pelo Bird (Banco Mundial), aponta que o empresário brasileiro trabalha 2.600 horas a cada ano para acertar suas contas com o fisco. É o maior patamar verificado em um conjunto de 183 países.
Na lista de economias onde o empreendedor precisa trabalhar mais tempo para pagar os impostos figuram ainda as de Camarões, com 1.400 horas, Bolívia (1.080 horas) e Vietnã (1.050 horas). No sentido oposto, o empresário precisa trabalhar apenas 12 horas para quitar as dívidas com o fisco nos Emirados Árabes e 63 horas na Suíça. Na comparação regional, o Brasil também vai mal: a média dos países da América Latina é de 563,1 horas.
De modo geral, o Brasil fica no 129º lugar no ranking elaborado pelo Banco Mundial de locais de maior facilidade para a realização de negócios. A classificação coloca o país atrás de Colômbia, Chile, Peru, El Salvador e Nicarágua, entre outros. No relatório anterior, o país estava no 127º lugar.
O indicador leva em conta exigências para abertura de um negócio, legislação trabalhista, registro de propriedade, pagamento de impostos, comércio exterior e fechamento de empresas, entre outros aspectos.
O Banco Mundial diz que um ambiente de negócios com regulação engessada não contribui para elevar a qualidade dos produtos, tornar o trabalho mais seguro ou reduzir a poluição. Na prática, serve só para inibir a iniciativa privada, o que eleva o número de pessoas na economia informal, aumenta os preços ao consumidor e incentiva a corrupção.
Além do peso dos impostos, o empresário brasileiro lida com entraves relacionados ao número de procedimentos para a abertura de um negócio. No Brasil, a burocracia requer 16 procedimentos, um dos patamares mais elevados no mundo, mas houve melhora em relação ao ano anterior, quando eram necessários 18. A abertura de um negócio no país leva cerca de 120 dias. A média da América Latina é de 45,5 dias.
Um dos pontos favoráveis ao país é o custo para abertura de uma empresa, estimado em 6,9% da renda per capita, contra a média de 35,6% da América Latina | | ____________________________________________________________________________________ | | Carrefour pode sair da América Latina, diz Le Monde | | | A rede de varejo Carrefour analisa "seriamente" se desfazer de suas lojas no Brasil, Argentina e Colômbia, escreveu o jornal francês Le Monde em sua edição de quarta-feira.
Ao final de setembro, o jornal havia indicado a possibilidade de o Carrefour, segunda maior rede mundial de varejo, sair da Ásia. O jornal apontou ainda que uma venda em bloco das unidades em países emergentes está descartada.
Nenhum representante da rede estava imediatamente disponível para comentar o assunto nem um de seus grandes acionistas, o fundo Colony Capital e Bernard Arnault, proprietário da LVMH , que detêm cerca de 13,5% da empresa.
Acionistas pressionam Carrefour a deixar mercados emergentes
O grupo francês Carrefour está sendo pressionado por grandes acionistas para deixar mercados emergentes, como a China e o Brasil, publicou o jornal Le Monde em uma prévia da edição de terça-feira.
A Colony Capital e o dono do grupo de produtos de luxo LVMH, Bernard Arnault, têm tentado por várias semanas persuadir a gestão do Carrefour a tomar a medida até o final do ano, segundo a publicação.
A pressão surge após uma queda de quase 30% no valor da ação do Carrefour desde que os acionistas entraram em 2007, afirma o Le Monde. Eles detêm cerca de 13,5% da empresa.
Contudo, o jornal também citou o diretor europeu da Colony, Sebastien Bazin, dizendo que as relações com o presidente-executivo do Carrefour, Lars Olofsson, estavam "excelentes" e que ele tem até 2012 para implementar um plano de reestruturação do grupo.
"Estamos em um plano de quatro anos, temos até 2012, temos tempo", afirmou Olofsson à publicação.
O executivo, que assumiu em janeiro o controle da segunda maior rede de varejo do mundo depois do Wal-Mart, revelou um plano em junho para economizar 4,5 bilhões de euros (US$ 6,6 bilhões) até 2012 com o corte de custos operacionais, melhores condições de compra e redução dos tempos de estoque para impulsionar os lucros.
O Carrefour informou ainda neste mês que países como Brasil, Índia, China e Rússia figuram entre as prioridades para expansão no longo prazo.
O grupo não comentou imediatamente a notícia publicada no Le Monde nesta segunda-feira. Porta-vozes da Colony e de Arnault não estavam disponíveis para comentar o assunto.
Segundo o site do Carrefour, os acionistas detém 10,7% da empresa por meio da Blue Capital, 2,15% através da Colony Blue Investor e 0,7% pelo Groupe Arnault. | | ____________________________________________________________________________________ | | Brasileiro não sabe escovar os dentes nem usar fio dental corretamente | | | Estudos mostram que 60% das crianças até cinco anos de idade têm cárie e apenas 55% dos adolescentes possuem todos os dentes
Você sabe escovar os dentes? Usa fio dental todos os dias? Faz a limpeza bucal ao menos três vezes por dia? A grande maioria da população pode até dizer que sim, mas de acordo com um levantamento feito pelo Ministério da Saúde, em 2003, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde, universidades, CFO (Conselho Federal de Odontologia) e ABO (Associação Brasileira de Odontologia), a situação é bastante preocupante.
Foram examinadas 108.921 pessoas durante pouco mais de um ano, entre adultos e crianças, das cinco regiões do país. E diante dos resultados, o governo lançou o Programa Brasil Sorridente, que pretende ampliar o atendimento odontológico gratuito em todo o país.
Quase 27% das crianças entre 18 e 36 meses apresentaram ao menos uma cárie, e nas crianças até cinco anos esse índice sobe para 60%. Entre os adolescentes a situação é ainda pior. Apenas 55% possuem todos os dentes e 2,5 milhões de jovens nunca foram ao dentista.
E ao chegar à idade adulta, o problema se agrava. Mais de 28% não possuem mais seus próprios dentes em uma das arcadas – ou já foram arrancados ou estão com os dias contados. A gengiva é outro fator de preocupação. Menos de 22% da população adulta e menos de 8% dos idosos apresentam gengivas saudáveis.
Todos esses problemas poderiam ser facilmente evitados se, para começar, as pessoas escovassem corretamente os dentes. Além, é claro, de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano. Procurar o profissional só quando a dor surge pode ser tarde demais: os dentes podem estar bastante comprometidos.
A cárie é a principal vilã da saúde bucal. Ela é conseqüência dos restos de alimentos depositados nos dentes e da falta da higiene bucal, que acabam formando a placa bacteriana. O ácido resultante dessa combinação é que forma a cárie. Portanto, quando os dentistas recomendam escovar os dentes depois de cada refeição e sempre que comer doce, não é exagero profissional.
A cárie aparece inicialmente na forma de uma mancha branca no esmalte do dente. Se não for tratada, ela perfura o dente, atinge a dentina e passa a provocar dor. O próximo passo é atingir o nervo e, aí sim, a situação é grave, pois isso pode ocasionar a destruição do dente. E adeus sorriso bonito.
A placa bacteriana também pode provocar doenças na gengiva, entre elas a gengivite, caracterizada por inflamação e sangramento espontâneo. Em seu estágio inicial, a placa é mole, facilmente retirada com o uso do fio dental. Depois de endurecer, só o dentista pode removê-la.
Para Norberto Lubiana, presidente da ABO (Associação Brasileira de Odontologia), “é preciso orientação permanente para que as pessoas percebam a necessidade e a importância de manter a saúde da boca em boas condições”.
Se não tratada, a cárie pode causar outros problemas de saúde
Norberto Lubiana, presidente da ABO, diz ainda que uma simples cárie pode se transformar em um grave problema de saúde, afetando até mesmo outras partes do corpo.
- As bactérias encontradas nas placas formadas nos dentes causam sangramento. O sangue que passa pela boca é o mesmo que circula em todo o corpo, por isso não é raro que essas bactérias se alojem no coração, nas articulações e possam, até mesmo, causar uma septicemia [infecção generalizada].
Além disso, a perda dos dentes pode modificar toda a estrutura facial, provocando a perda do equilíbrio muscular e causando uma série de incômodos. Entre eles, dores de ouvido, de cabeça, bruxismo (ranger os dentes), estresse e até problemas na coluna.
Cuidado com a saúde bucal deve começar assim que o bebê nasce
Para os dentistas, a prática da escovação e da limpeza dos dentes e da boca deve começar ainda na infância. As mães devem higienizar a boca do bebê mesmo que ele ainda não tenha dente. Mas para Amália Rodrigues Martins, membro da Academia Brasileira de Odontologia, os cuidados com a saúde da boca devem começar antes, ainda na barriga.
- As mães devem tratar possíveis cáries ainda durante a gestação. Pois logo que nascem, até os dois anos, a criança tem mais chance de entrar em contato com as bactérias que causam cárie. Elas ficam de prontidão e quando os primeiros dentes começam a nascer, atacam.
Por isso, provar ou assoprar a sopinha do bebê, dar beijos próximos da boquinha dele e compartilhar os mesmos talheres são proibidos em qualquer circunstância. Outra prática muito comum entre as mães, e abominada pelos dentistas, é a alimentação noturna a partir de um ano.
- Durante a noite a nossa salivação diminui muito, e isso propicia uma maior proliferação das bactérias. Mamadeiras durante a madrugada estão fora de cogitação.
A limpeza deve ser tão minuciosa quanto a dos adultos, mesmo quando o bebê ainda não tem dente. Nesse caso, a mãe deve passar uma gaze embebida em água filtrada depois de cada mamada.
Assim que nascerem os primeiros dentinhos, deve ser usada uma escova específica para a idade e um creme dental sem flúor – como a criança é pequena, ela acaba engolindo a pasta de dente, e o flúor em excesso pode manchar os dentes. Após os seis anos, a criança já pode usar o flúor, mas sob a supervisão de um adulto. Amália diz também que o fio dental deve ser usado desde o nascimento dos primeiros dentes.
- E os pais devem sempre escovar os dentes na frente dos filhos, para mostrar que isso é um hábito gostoso e saudável. É preciso dar o exemplo.
Brasileiro não troca de escova de dente
A recomendação dos dentistas é para que as pessoas troquem suas escovas de dente a cada três meses em média – ou menos em caso de ficar doente. Mas não é o que acontece, mesmo entre a população que costuma cuidar bem de seus dentes.
De acordo com dados de 2008 da Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), o Brasil é segundo maior mercado de produtos de higiene oral do mundo, com uma participação de 9,2%. Perde apenas para os Estados Unidos, que correspondem a 16,2%.
Por outro lado, no mesmo ano, foram comercializadas no país cerca de 300 milhões de escovas de dente, o equivalente a 1,6 escova per capita, ou seja, durante um ano quase não houve tr | | ____________________________________________________________________________________ | | A beleza da classe C | | | Artur Grynbaum, presidente de O Boticário, tem um hábito comum entre os empresários do setor de varejo. De tempos em tempos, ele foge da sede da empresa, em São José dos Pinhais (PR), para visitar lojas, sejam franquias, sejam unidades próprias do grupo. Grynbaum sabe, inclusive, pelo olhar da vendedora, se foi reconhecido por ela. Quando consegue passar despercebido, ele mexe em prateleiras e produtos e, principalmente, acompanha a reação dos clientes.
Nas últimas semanas, o seu "trabalho de campo" passou a ter um foco específico: o desempenho da linha de maquiagens Intense, cujos batons custam R$ 9,90 e a base para o rosto sai por R$ 17,90 - preços até 50% inferiores aos de outros produtos da empresa. Se a comparação for com a L"Oreal, a diferença é maior ainda. Graças aos preços competitivos, os produtos Intense caíram no gosto das consumidoras da classe C, seu público-alvo, e recentemente receberam o reforço de mais 50 itens, de sombras a lápis para os olhos - o que consumiu investimentos de R$ 9 milhões. Com esse lançamento, O Boticário espera aumentar o volume de vendas da marca Intense em 46% neste ano, enquanto a expansão da empresa no ano está em 24%.
A Intense chegou ao mercado em agosto de 2008, com apenas 15 batons, um mês antes da quebra do Lehman Brothers e da eclosão da crise. Ali, naquele momento, O Boticário decidiu correr um risco. O raciocínio era o seguinte: se a turbulência se acentuar e o consumo travar, a linha de batons mais populares funcionaria como uma espécie de colchão de segurança, pois evitaria quedas maiores nas vendas. Nesse caso, a empresa puxaria o freio de mão na divulgação da linha. Mas se, por outro lado, houvesse uma recuperação rápida do consumo, O Boticário faria barulho em torno da Intense em 2009. Deu a segunda opção. "Desde o lançamento, acreditamos que daria certo. Nosso setor tem a proteção divina", brinca Grynbaum.
Em outras palavras, mesmo quando tudo vai mal, a demanda por cosméticos raramente sente os baques. E quando o sol brilha para todos, ele brilha bem mais para a indústria da beleza. Liderado pela Avon, Natura e O Boticário, o setor aprendeu a ganhar dinheiro vendendo para a nova classe média brasileira. Formada por mais de 90 milhões de pessoas (eram 52% da população em 2008), a chamada classe C escolhe cosméticos pela marca, adora fazer compras picadas e aproveitar preços de oportunidade. Na última década, a receita líquida do setor disparou 270% e, desde 2005, cresce acima do PIB.
Os preços nem sequer acompanharam a inflação. A expansão veio do aumento do volume de produção e vendas. Em 2009, O Boticário voltou-se justamente para os ganhos obtidos com escala e preços supercompetitivos em segmentos como maquiagens e cremes. A marca oferece em seu site batons com preços abaixo dos R$ 8,90 do produto da rival Natura. É o que o mercado chama de "Lipstick effect" (efeito batom). Em tempos de dinheiro curto, os consumidores massageiam a autoestima com a compra de pequenos mimos. "Como são aquisições que não dependem de crédito e tem um efeito positivo imediato, raramente perdem vigor", diz João Basílio da Silva, presidente da Abihpec.
Bela e barata:
Com preços populares, linha Intense foi ampliada, deve crescer acima da média da empresa e se tornar uma das principais apostas do grupo em 2009
Se as empresas derem uma mãozinha, o resultado é ainda melhor. Como dependem de volume para atingir margens maiores, O Boticário e Natura administram preço com atenção quase obsessiva. Só para citar um exemplo: em 2008, a Natura reduziu preços de sabonetes, desodorantes e xampus em 30%. "Estávamos fora do patamar em que o mercado trabalhava", disse José Vicente Marino, vice-presidente de negócios da Natura. O Boticário ficou numa situação delicada, já que cerca de 35% de seus custos são atrelados ao dólar e a cotação chegou a R$ 2,51 no final do ano. Grynbaum revela a solução. "Adiamos o fechamento de novos contratos anuais esperando pela estabilidade no câmbio", conta. A cotação da moeda caiu e, assim, O Boticário manteve a curva de vendas para cima.
Entre janeiro e junho deste ano, a alta foi de 24%, contra 18% do setor. Isso pressiona a empresa a aumentar a capacidade de produção.
Essa necessidade, porém, é contida pelo estilo conservador cultivado por Grynbaum e, sobretudo, por seu cunhado e fundador da companhia, Miguel Krigsner. A empresa trabalha com o que chama de "gatilhos". Investe aos poucos, segundo a necessidade de cada linha. Até 2012, devem ser aplicados R$ 80 milhões na fábrica. O jeitão cauteloso da dupla também teria sido decisivo para que, em dezembro de 2008, a GP Investimentos vendesse os 2,4% que detinha no capital de O Boticário. Dono de um estilo agressivo, o GP, segundo informações do mercado, estaria pressionando para que a empresa se lançasse num IPO em 2009. Irritado com a insistência, e contrário à ideia, Krigsner se mostrava cada vez mais favorável à saída dos sócios. Conseguiu.
A parcela do GP foi vendida para o Votorantim Asset Management, cuja visão de negócios, mais conservadora, aproxima-se dos conceitos de Krigsner e Grynbaum. Agora, comenta-se sobre uma possível ida às bolsas em 2010. "Isso está fora de cogitação", diz Grynbaum. "Queremos um parceiro que nos traga nova visão, conhecimento. Não precisamos de dinheiro ou de um investidor que fique se pegando a detalhes." Parece um recado ao GP, embora a empresa negue divergências com o antigo sócio. Mas, de qualquer forma, o clima parece mais tranquilo por lá. | | ____________________________________________________________________________________ | | HYPERMARCAS SEPARA MARKETING E PRODUÇÃO | | | SÃO PAULO - A Hypermarcas, empresa de bens de consumo, pretende promover uma reestruturação societária para separar as suas atividades comercial, de marketing e distribuição, das unidades fabris. A medida, segundo informou a empresa em comunicado, segue tendência mundial do setor.
Pela operação, a Hypermarcas S.A., listada em bolsa, transferirá seus ativos industriais para a subsidiária integral Cosmed (atual nome da Niasi, adquirida no ano passado). O redesenho não trará mudança para os atuais acionistas da Hypermarcas.
Para o dia a dia da companhia, a reestruturação abrirá a possibilidade de as fábricas, que hoje possuem capacidade ociosa, atenderem a solicitações de outras empresas, o que poderá trazer aumento de produtividade e ganhos de escala. A intenção da companhia é ter ganhos de gestão, focando os segmentos comercial e de marketing.
A separação das atividades deverá ser aprovada pelos acionistas em assembleia marcada para 30 de junho. No início do mês, a empresa também informou ao mercado que contratou assessores financeiros para estudar uma eventual oferta pública de ações. | | ____________________________________________________________________________________ | | NA ONDA DOS ORGÂNICOS, MARCAS INVESTEM NA MAQUIAGEM MINERAL | | | Na onda dos orgânicos, marcas investem na maquiagem mineral
Para boa parte das mulheres do mundo, há sempre espaço para mais um batom na frasqueira. Por conta disso, somente no Brasil, o segmento de maquiagem cresceu 23% em 2008, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumaria (ABIHPEC). Este ano, uma novidade com apelo "natureba" deve contribuir para os resultados do setor. A chamada maquiagem mineral - que tomou primeiro o mercado internacional e agora chega ao Brasil - deverá aguçar a sede de consumo do público feminino. O principal alvo do produto - teoricamente - são as mulheres com peles sensíveis, que costumam sofrer com os ativos químicos presentes na maquiagem tradicional. Mas o marketing feito pelas empresas de cosméticos está atirando para todos os lados. Feita a partir de pigmentos minerais e sem (ou com pouca) adição de componentes químicos, a maquiagem mineral é a aposta de empresas como a americana Revlon, a alemã Artdeco e a brasileira Contém 1g. A principal vantagem desse novo produto, segundo os fabricantes, é ser livre de talco, fragrância e outros componentes artificiais, comuns na maquiagem tradicional e que podem prejudicar a pele. Com consistência de pó, a versão mineral permite uma cobertura suave e aveludada. Uma das desvantagens é o preço: em geral, entre 10% e 20% superior ao da maquiagem tradicional, o que cria dificuldades para a substituição dos produtos que já estão no mercado, pela versão mineral. "Por vir da natureza, ela é inerte e tem baixo potencial de irritabilidade da pele", diz Angel Lizárraga, diretor-executivo da Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC). "O segundo benefício é para o ambiente: desde que certificadas pelos órgãos competentes, a extração e produção desses produtos apresentam menor impacto ambiental", acrescenta. Segundo Lizárraga, as linhas minerais são a resposta do segmento de maquiagem à crescente valorização dos produtos orgânicos. A novidade, de acordo com o executivo, foi um dos principais temas da última In Cosmetics, em Munique (Alemanha), uma das feiras mais importantes do setor. A marca Contém 1g investiu R$ 2 milhões para lançar sua primeira linha de cosméticos minerais no início de 2009. "Conheci a novidade há dois anos, nos Estados Unidos, por meio da marca americana Bare Escentuals", diz Rogério Rubini, presidente da Contém 1g. A empresa lançou uma variedade de 14 produtos, entre bases, corretivos e pós faciais, cujas fórmulas contém dióxido de titânio, óxidos de ferro e de zinco, oxicloreto de bismuto e mica, entre outros. A matéria-prima vem dos Estados Unidos e o preço final da base, por exemplo, é R$ 70. Para o segundo semestre, a Contém 1g prepara o lançamento dos refis da linha - que deverá ser ampliada em breve. Com 180 pontos de venda no Brasil, a Contém 1g apresentou um crescimento de 44% nas vendas no primeiro trimestre deste ano, em comparação com igual período de 2008. Depois de um ano e meio de experiência no mercado americano, a Revlon lançou no Brasil, em abril, a coleção ColorStay Mineral, com quatro produtos que além de componentes minerais também possuem a propriedade de longa duração - | | ____________________________________________________________________________________ | | VENDAS DA NIVEA NO BRASIL CRESCEM 17,4 | | | Vendas da Nivea no Brasil crescem 17,4
Na semana passada, Nicolas Fischer, presidente da Nivea do Brasil foi para Hamburgo, cidade sede da alemã Beiersdorf, multinacional dona da marca da latinha azul. Quando entrou na sala de reuniões, onde estavam o presidente mundial da empresa, Thomas-Berd Qaas, e os presidentes de cada país onde a fabricante de cosméticos atua, Fischer sabia que era o único ali com 17, 4% de crescimentos em vendas no primeiro trimestre. "Com resultados assim, a gente vai leve para as reuniões. Poderia até me gabar... Mas nunca se sabe o dia de amanhã", afirmou ele. De fato, Fischer tinha motivos para estar orgulhoso: o Brasil foi o país que registrou o maior crescimento de vendas no primeiro trimestre de 2009. Mundialmente, o faturamento do grupo alemão teve queda de 0,5% (considerando a mesma base de atuação), atingindo € 1,299 bilhão de euros. Na Europa, (excluindo a Alemanha, que teve alta de 7,2%), as vendas caíram 7,8% . Na América do Norte, a queda foi de 5,4% . Com exceção da Rússia, que teve retração de 4%, só países em desenvolvimento mostraram números positivos. O México, por exemplo, teve alta de 11,7%; a Argentina, de 12,8%; Africa, Ásia e Austrália cresceram 5,5% e a China, 12,2%. Mas nenhum dos 150 países onde a Beiersdorf opera chegou perto do desempenho brasileiro. "Anualizando esse resultado, fecharíamos 2009 com 18% de alta nas vendas, o que quer dizer que estamos no caminho certo para terminar o ano com um aumento nas vendas entre 15% e 20%, que é o nosso objetivo ", diz Fischer. Mantendo o atual ritmo, a Nivea Brasil vai antecipar um resultado esperado só para 2010. "Quando assumi a presidência, em 2005, minha meta era dobrar o tamanho da empresa em cinco anos", conta o executivo. Mas com as altas registradas em 2006, de 16% ; de 22% em 2007 e também de 22% no ano passado, o objetivo pode ser alcançada já este ano. Segundo o executivo, há pelo menos quatro motivos que explicam o bom desempenho da subsidiária brasileira neste ano. O primeiro, diz, é a condição econômica do país. "Acredito que o Brasil seja hoje o país mais estável economicamente do mundo", afirma. Isso acontece, segundo Fischer, por conta de uma conjunção de fatores. "O Brasil nunca esteve tão bem preparado para enfrentar uma crise como agora." Além disso, o fato de mais da metade do PIB ser proveniente do consumo interno protegeu o país, minimizando o contágio pela crise financeira mundial. O comportamento do consumidor, segundo ele, foi outra boa razão que colaborou para a alta nas vendas. "Ao contrário do que acontece com o europeu, por exemplo, o brasileiro está acostumado com crises." Além disso, segundo ele, houve transferência do gasto com bens duráveis para os de consumo. "Muita gente deixou de comprar carro, apartamento ou geladeira. Esse consumidor poderia ter deixado o dinheiro na poupança, esperando a crise passar, como acontece em muitos países. Mas o brasileiro migrou para os bens de consumo." Outra boa razão para o bom desempenho é que os números, tanto os do Brasil quanto os de outros países onde houve desvalorização cambial, são todos contabilizados em euro e não em dólar. "A desvalorização do euro, que é a moeda do grupo, foi muito mais suave", explica Fischer. Daqui para frente, até dezembro, a estratégia da empresa é manter o ritmo de lançamentos (um terço das vendas vem de produtos novos) e focar no público masculino. "Pela primeira vez, em mais de 30 anos de empresa no Brasil, colocamos na mídia uma campanha publicitária para produtos masculinos", conta o executivo. São, principalmente, comerciais da nova linha de desodorantes e produtos pós-barba que são veiculados nos intervalos de partidas de futebol. "Esse é um mercado onde há muito espaço para crescer. O brasileiro ainda faz barba debaixo do chuveiro, usando só sabonete", afirma. (Fonte: Valor Econômico - Empresas & Tecnologia - 13.05.09)
| | ____________________________________________________________________________________ | | COSMÉTICOS E CUIDADOS PESSOAIS: O MERCADO MASCULINO EM ALTA | | | Cosméticos e cuidados pessoais: o mercado masculino em alta
Com os homens cada vez mais vaidosos, o segmento de cosméticos para este público está em franca expansão. O s lançamentos vão desde desodorantes com novas fragrâncias até produto para higiene íntima. Segundo dados da Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), nos últimos cinco anos, este segmento acumulou um aumento de 93%, atingindo um faturamento de cerca de R$ 1,94 bilhão em 2007. O Brasil ocupa hoje a segunda posição no mercado mundial de cosméticos masculinos. “Ess a alta demonstra que o homem está deixando de lado alguns conceitos antigos e incorporando o uso de perfumes e cosméticos ao seu modo de vida, associando inclusive a boa aparência e os cuidados com a higiene corporal como fator determinante para o sucesso profissional", afirma João Carlos Basilio da Silva , presidente da Abihpec. Há cerca de dez anos, um a cada 100 homens brasileiros usava algum tipo de cosmético para retardar o envelhecimento. Atualmente, esse número mudou para um a cada quinze. Do lado dos fabricantes, há diversas novidades e, confirmando as tendências do aquecimento, muitas empresas trabalham com cosméticos para o sexo masculino, algumas investindo em produtos até recentemente considerados exclusivos para o público feminino. A Axe, marca da multinacional Unilever , está investindo R$ 11 milhões no lançamento de Axe Instinct. “Nosso objetivo é oferecer aos consumidores uma fragrância que traga o elemento natural, representante dessa nova masculinidade”, diz Elisabete Lemos, gerente de marketing de Axe. O Boticário é outra empresa que investe no segmento masculino. A companhia lança a linha O Boticário Men, com produtos para atender às necessidades diárias do ritual de beleza dos homens. Os itens foram desenvolvidos com tecnologia de ponta e com textura, fragrância, embalagens e ingredientes elaborados especificamente para eles. A Clariant é outra empresa fornecedora de matérias-primas para produtos masculinos. Segundo Ana Maria Sandoval Reyes, coordenadora de vendas para personal care da Clariant, atualmente os homens buscam produtos que atendam mais rapidamente às suas expectativas como praticidade e imediata comunicação. “Estamos, inclusive, trabalhando na melhoria de nossas matérias-primas para atender cada vez melhor às exigências desse público”, diz a profissional . A mudança de comportamento dos homens nos últimos tempos fez com que a procura por produtos específicos crescesse. A evolução da sociedade trouxe essa mudança ao comportamento masculino. O fato da mulher não estar mais tão presente n o dia-a-dia da casa e o aumento d o número de homens solteiros e separados foram alguns dos fatores que levaram a ala masculina a procurar cosméticos exclusivos. A exigência da sociedade por uma aparência melhor é outra causa do crescimento desse mercado. Antes o homem não tinha a necessidade de estar bonito, mas hoje, isso é uma cobrança social e por isso os homens são vaidosos sem nenhuma culpa. (Fonte: Household & Cosméticos, nº 54, abril 2009)
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